Correntina, um paraíso de águas cristalinas no coração do oeste baiano
Correntina reúne características que fortalecem seu potencial comercial e a consolidam como um importante centro de circulação de produtos, serviços, pessoas e oportunidades no extremo oeste da Bahia.
Correntina não é apenas uma cidade de passagem, mas um município que possui identidade própria, capacidade de consumo, vocação empreendedora e condições para ampliar cada vez mais sua importância como polo comercial e turístico da região.

A história de Correntina começou a ser escrita a partir do 1790 com a chegada dos seus primeiros bandeirantes a procura de Ouro às margens do Rio Rico, mas a sua fundação é datada de 15 de setembro de 1866 e o município restaurado como Vila de Correntina em 5 de maio de 1891, mas a data da sua emancipação político-administrativa com a elevação à categoria de Cidade é 30 de março de 1938, com território desmembrado do município de Carinhanha.
Correntina está a 920 quilômetros da sua capital, Salvador e, a 500 quilômetros de Brasília. O município é banhado pelos rios Correntina, Arrojado, Santo Antônio, Guará e Rio do Meio, todos de águas cristalinas, sendo o principal deles, o rio Correntina, cujo leito corta majestosamente o centro da cidade, cheio de encantos e magia.

Os outros rios banham quase todos os povoados do município, que impressionam pelas suas riquezas hídricas e naturais. Seus prédios coloniais belíssimos embelezam as construções mais antigas que ainda restam na cidade de Correntina, datadas do século XIX, período em que o município começou a se consolidar, a partir da corrida do ouro no século XVIII, quando a localidade servia de ponto de apoio para os bandeirantes e tropeiros que viajavam pelo interior do Brasil.
O município ainda preserva seu legado e protege a história das suas mais importantes figuras públicas que ajudaram a construir o desenvolvimento e a memória da cidade. Tanto, que a história religiosa de Correntina está profundamente ligada à devoção mariana e à formação da própria cidade.


