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Athylla Borborema exalta paixão nacional pelos livros no lançamento do “Carnaval dos Poetas” na 22ª Bienal do Rio

A Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro 2025, consagrou-se como a maior e mais bem-sucedida edição da história do evento, batendo recordes de público e de vendas, com milhares de visitantes lotando os pavilhões do Riocentro em busca de conhecimento, cultura e experiências literárias transformadoras. O sucesso estrondoso reafirma o poder do livro físico como instrumento essencial de conexão, reflexão e resistência em tempos de mudanças aceleradas, mostrando que, mesmo na era digital, a leitura física permanece como um dos pilares mais sólidos da formação humana e da construção de um futuro mais consciente e criativo.

A 22ª edição da Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro chegou ao fim neste domingo (22/06) consagrada como a maior da história desde sua criação, em 1983. Realizada no Riocentro, em Jacarepaguá, a edição de 2025 atraiu 740 mil visitantes, reuniu 700 expositores, entre eles 497 editoras, e contou com a presença de 1.850 autores, firmando-se como o maior e mais diversificado festival literário do país, somando-se sessões de autógrafos, mesas e palestras com mais de 1.200 horas de conteúdo.

Ao longo dos dez dias de programação, a Bienal bateu também recordes de vendas: foram comercializados cerca de 6,8 milhões de livros, o que representa uma média de nove exemplares por visitante — um crescimento de 23% em relação à edição de 2023. Além do êxito cultural, o evento também gerou forte impacto econômico na capital fluminense, com uma movimentação estimada de R$ 535,4 milhões, segundo estudo das secretarias municipais de Desenvolvimento Econômico e de Cultura.

Um dos grandes destaques do penúltimo dia do evento foi o lançamento do livro “Carnaval dos Poetas”, do escritor e jornalista baiano Athylla Borborema, no estande da Editora Lura, localizado no Pavilhão Verde. A obra, que presta homenagem história e poética às 27 unidades da federação e aos grandes nomes da literatura brasileira, atraiu uma multidão de leitores, admiradores e convidados que prestigiaram o autor com longas filas de autógrafos e sessões de fotos.

Com mais de meio milhão de seguidores e 60 milhões de curtidas nas redes sociais, Athylla Borborema tem se destacado não apenas como uma das principais vozes da literatura baiana contemporânea, mas também como um preeminente defensor da cultura nordestina e um grande incentivador do prazer da leitura entre jovens e adultos. Sua influência digital dialoga diretamente com o principal desafio da Bienal nesta edição: atrair os leitores que estão conectados nas redes sociais.

“A Bienal do Livro do Rio é mais que um evento literário: é um encontro nacional com a palavra. Trazer o Carnaval dos Poetas para esse palco multicultural foi mais uma experiência arrebatadora e fascinante. A poesia histórica brasileira pulsa, resiste e encanta. A Bienal é essa potência que impulsiona o planeta literário como um todo, que foi essencial para o Rio conquistar da UNESCO o título de Capital Mundial do Livro e se mostra poderoso instrumento para a tão necessária ampliação do universo de leitores do país”, declarou o autor durante seu lançamento.

A presença de Athylla Borborema reforçou a pluralidade da programação, que aliou tradição e modernidade em debates, bate-papos, experiências imersivas e lançamentos que ocuparam todos os pavilhões do Riocentro. A Bienal 2025 reafirma o vigor do mercado editorial brasileiro e, principalmente, o poder da leitura de transformar, inspirar e unir pessoas em torno da literatura. A maior feira literária do país gerou não só retorno econômico expressivo, como também impulsionou políticas públicas para o ano em que o Rio ostenta o título de Capital Mundial do Livro, concedido pela Unesco.

A venda de livros atingiu a marca de 6,8 milhões de exemplares, o que representa, em média, 9,2 livros por pessoa. O faturamento estimado das editoras foi de R$ 215,4 milhões. Do total de visitantes, 88% eram moradores da capital e da Região Metropolitana, enquanto 12% eram turistas de outros estados. Com recordes superados e um público cada vez mais diverso e conectado, o evento encerra esta edição com a promessa de continuar crescendo e inovando. E nomes como Athylla Borborema mostram que a força da literatura brasileira está nas ruas, nos livros, nas redes – e, sobretudo, no coração dos leitores.

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